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Balde de sangue
Atualizado em 14/06/12 - 10h41
 
José de Paiva Netto
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José de Paiva Netto  
 

Sempre procuro respeitar a opinião de todos, contudo, que a consciência de preservação da vida aumente cada vez mais, de modo que não se repitam situações trágicas, similares à extraída do jornal “O Mensageiro”, reproduzido pela “Revista André Luiz” nº. 7, em texto de Francisco Ferreira:

“Monsenhor L. B. Lyra, num artigo intitulado ‘Contra a nefanda lei do aborto’, narra o depoimento de uma enfermeira de determinado hospital inglês: ‘Está diante de mim um ser pequeno e impotente, ligado ainda à mãe pelo cordão umbilical. Era um menino, de cor rósea, muito bem formado. Estava ali e gemia, e quando o toquei, agitou as mãozinhas. Era uma cena que desafiava os instintos maternais de qualquer mulher, e eu, enfermeira, notei que se me revoltavam os sentimentos. Porém, aquele pequeno ser, ao invés de passar aos braços de sua mãe, para ser acariciado e amado, era atirado a um balde de metal, dando-se fim a uma vida que não teve tempo de começar’”.

Não é possível conceber que uma mulher (ou um homem) não se comova perante um drama como esse. Mas, ao término de tudo, o espírito bom que existe no coração das mulheres erguerá o mundo de tanta insensatez. Elas liquidarão a cultura mórbida que turva o horizonte da Terra e se propaga até atitudes tais que, desde o efeito Arrhenius, vão, por exemplo, fomentando o aquecimento global. Os alertas, por tanto tempo desmentidos, o que não impediu a sua progressão, aí se encontram: agora mesmo (estávamos no início de 2010), segundo a mídia internacional, um imenso iceberg, do tamanho de Luxemburgo, se soltou da Antártida pelo impacto de outro iceberg, chamado B9B, à deriva desde 1987. A continuar assim, em poucos anos, cidades litorâneas poderão ser inundadas.

 

O CORPO DO BEBÊ É DO BEBÊ

Quem traz dentro de si mesma a capacidade de dar a vida não pode amar a morte. Quanto às mães adolescentes e/ou solteiras, que tal aumentar, de todas as formas, o socorro a elas, com políticas públicas eficazes, e combater menos as instituições da sociedade que as amparam, facilitando-lhes acesso ao mercado de trabalho, para que possam criar os seus filhos?

Em “Mãezinha, deixe-me viver!” (1987), argumentei: os que, por desconhecimento de certos fatores espirituais, infelizmente ainda defendem o aborto, alegando que a mulher é dona do seu corpo, esquecem-se de que, pelo mesmo raciocínio, o corpo do bebê é do bebê...

Jesus, o Profeta Divino, veio à Terra para salvar as criaturas. Por isso, a nossa constante preocupação em defender a Vida.

 

CARLOS HEITOR CONY NA BIENAL DE BRASÍLIA

O jornalista Carlos Heitor Cony foi uma das presenças ilustres na 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, de Brasília, que ocorreu de 14 a 23 de abril na Esplanada dos Ministérios.

No espaço Café Literário, durante encontro especial entre ele e o poeta Thiago de Mello, Cony dirigiu algumas palavras ao público e à audiência da Super Rede Boa Vontade de Comunicação (rádio, TV e internet). Membro da Academia Brasileira de Letras, o escritor destacou a extensa agenda de eventos culturais da ABL: “Nós temos uma programação, durante o ano todo, de palestras, de festividades e eventos: teatros, concertos, literatura, basicamente literatura. Fazemos também shows e publicações (...)”.

Sobre a Legião da Boa Vontade, afirmou o acadêmico: “Aprecio muito o trabalho, antigo, tradicional, e acredito que, se houvesse outros movimentos com a mesma honestidade, com os mesmos critérios, o Brasil seria muito melhor”.

A ele, o meu agradecimento pela dedicatória em exemplar de seu “A noite do massacre”: Sr. Paiva Netto, com o abraço amigo e antigo de Carlos Heitor Cony — 2012.

 

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

 
     

 
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