Desde que foi postada no dia 30 de Maio com o título "Consumidor ainda é desrespeitado pelos bancos", (Eu Pastor Josué Oliveira) passei a conviver com olhares nada amistosos, mas que não refletiram no bom relacionamento.
A postagem foi divulgada pelo Jornal Leopoldinense, e de imediato ganhou grandes proporções, já que chegou a diversos clientes que vinham sofrendo com os serviços prestados pelos bancos em Leopoldina, e que especialmente o Banco Bradesco não estava funcionando de acordo com as normas estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor.
Na oportunidade, a Secretária Executiva do Procon Municipal de Leopoldina, advogada Andréia Rayol de Oliveira, esclareceu o meu questionamento sobre a posição da justiça em relação os descasos assistidos e enfrentados pelos milhares de clientes das várias agências bancárias em Leopoldina.
Na oportunidade, Andréia Rayol disse estar disponível a receber qualquer reclamação e buscar soluções, desde que o façam no Procon, de forma oficial. Após as explicações, a matéria postada no Jornal Leopoldinense online, a mesma recebeu vários comentários dos leitores apontando as insatisfações, e demonstrando apoio aos esclarecimentos da secretária.
Assim, em pouco mais de 35 dias, o Banco Bradesco finalmente atendeu a minha reclamação que foi pública, assim como a minha experiência na agência. Não posso aqui mencionar que foi exatamente por minha reclamação que o Banco Bradesco atendeu, mas que esta foi atendida junto aos milhares de clientes do banco.
O fato é, que hoje ao passar pela agência, pude constatar a existência de cadeiras para os clientes, e equipamentos funcionando com a chamada por senha. É evidente que a agência terá que buscar melhorar seu espaço físico, já que a demanda é grande em relação a sua carteira de clientes. Vale lembrar que, foi fundamental esta reclamação de forma pública e que ganhou o apoio de diversas pessoas.
Há alguns anos passei pela experiência de ficar mais de duas horas na fila do Banco do Brasil para ser atendido. Ao sair da agência, deixei minha reclamação no caixa eletrônico, e quando cheguei em casa meu telefone tocou, e ao atender, fiquei surpreso. O banco me ligou querendo saber o que tinha acontecido, e relatei, colocando que, se caso houvesse persistência, deixaria de ser cliente da agência. Em pouco tempo, houve grandes mudanças, sendo as principais, a instalação de cadeiras para espera e sistema de senha.
Quero deixar claro que de forma alguma quis denegrir a imagem de pessoas ou dos bancos, principalmente porque na maioria deles tenho amigos ou conhecidos. Não posso ser lesado apenas por conhecer alguém em uma agência, assim também como ser beneficiado por eles. Os direitos são iguais para todos.
Espero que o Banco Bradesco consiga acabar com o fechamento de vários caixas ao mesmo tempo, por causa dos maloteiros. Seria interessante que abrissem uma nova agência, mesmo no centro da cidade, visando atender este tipo de serviço.
Agradeço a Secretária Executiva do Procon Leopoldina, Andréia Rayol de Oliveira, pelo contato com o Banco Bradesco no tocante a matéria publicada no Jornal Leopoldinense. Também ao próprio Banco Bradesco, que deste então, dentro do seu cronograma de obras, atendeu não somente a minha reivindicação, mas a milhares de pessoas que aguardavam pelo serviço há mais tempo.