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OLIMPÍADAS
Atualizado em 07/08/12 - 16h49
 
Nelson Vieira Filho
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Nelson Vieira Filho  
 

Por sugestão de pessoa muito querida, eis-me a falar sobre assunto que sei não dominar: Olimpíadas !

Mesmo quem não é viciado em televisão, mesmo que a toda poderosa TV Globo tenha perdido a concorrência para a evangélica TV Record, nestes dias não há como fugir do assunto Olimpíadas, ainda que este não tenha um ínfimo da projeção se comparado com o interesse do brasileiro pelo futebol.

Hoje todo mundo sabe que as Olimpíadas começaram na Grécia e que a finalidade é  o congraçamento entre os povos. Parte-se da premissa de que o importante é competir, buscando sempre um caminho para a frente, para o alto; ganhar é consequência de aptidões, treinos e muito dinheiro investido.  Cada história da vida de um atleta olímpico é extraordinariamente emocionante e se a gente se coloca no lugar de um deles logo vê que é preciso muito empenho para treinar quatro anos em ritmo crescente, superando as dores, os medos e as limitações, em busca do reconhecimento mundial, além do próprio, preparando-se para uma disputa que pode ser perdida num átimo de segundo.  E cada decisão emociona, com alegria ou tristeza,  quem está assistindo.

            De meu  compadre  Luiz Augusto “Guga” Pinheiro Botelho, apesar de jogador/artilheiro de futebol, ouvi que tinha  como sonho esportivo acompanhar ao vivo  uma Olimpíada. Agora, para 2016, chegou a hora, desde que se esquematize tudo  desde cedo.

            Eu sonho é com a Copa do Mundo. Como seu compadre e grande amigo, Telê Santana, era o técnico da seleção, com amplas possibilidades de vitória na final,  o Venício  Barbosa me sugeriu e acatei na hora irmos à Espanha, em 1982. Àquela época ainda não existia em Leopoldina, a Mundial Tour da Edulce,  que lhe reserva passagens, hotel, bilhete de seguro, e nada perde em atendimento eficiente  para qualquer agência de turismo do mundo.  Eu assinava o respeitável Jornal do Brasil e li que o então soberano diário fretara um navio para levar torcedores à Copa na Espanha, incluindo hospedagem. Era a sopa no  mel.  Já na viagem para o Rio a fim de fechar contrato, que obrigava  permanência até a final, começaram a brotar questionamentos. E se o Brasil for logo eliminado, vamos ficar lá com “cara de tacho”? Resolvemos e trocamos a Copa do Mundo por  excursão de 36 dias por vários países, levando ainda nossas esposas por preço total mais em conta do que gastaríamos apenas nós dois. E que sorte demos, pois, parecendo que havíamos tido premonição, o excelente time do Brasil foi eliminado logo de cara.

 Da Espanha eu trouxe  uma bola de futebol, que tinha em cada gomo o nome de um país disputante da Copa do Mundo.  Era linda, vistosa demais e, na época em que nossas famílias sempre iam aos domingos se encontrar na AABB, houve a  “inauguração solene”. Logo que foi dada a saída, algum beque desajeitado deu um chutão para a lateral, a bola foi de encontro a uma cerca de arame farpado que nos separava de sitio vizinho e ... furou, murchando em segundos. Ali a “espanhola” se aposentou, dando definitivo adeus para  todos nós. Decepção coletiva !

Antes das Olimpíadas, teremos aqui, em 2014,  a Copa de Futebol. Aqui no Brasil vão se criar cotas para os beneficiários da bolsa-família e para indígenas. Alguém mais sensato acredita que, pelo menos para as disputas de maior interesse,  tais ingressos não serão repassados pelos “protegidos” e irão cair na mão de cambistas etc.?

Na Inglaterra, de raça que se diz superior, não souberam prevenir “ratas” como a da troca da bandeira das inimigas Coréias e nem organizar o trânsito. O trânsito britânico já foi censurado pela presidente Dilma Roussef, que o classificou caótico.

               Mesmo com toda a parafernália exibicionista tradicionalmente usada  quando há presença de Chefe de Estado, a comitiva de dona Dilma, sua filha e assessores e seguranças gastou para percorrer o trajeto do aeroporto até o hotel mais do que o dobro do tempo  geralmente  gasto por cidadãos comuns em épocas normais. Que tal situação gere frutos e que, lembrando-se do sofrimento a que foi submetida, nossa  “presidenta” consiga acolhida melhor para quem vier ao Brasil ou quem, de aqui sendo, vá ao Rio.

Salvo milagre divino,  no Rio o caos no trânsito  é previsível, pois as estatísticas mostram que uma média de 776 , isto mesmo, setecentos e setenta e seis, veículos são atualmente emplacados por dia na outrora Cidade Maravilhosa.   Onde veículos vão transitar, nesta projeção, em 2014 e pior ainda em 2016?

         Na Inglaterra, a festa de abertura, num espetáculo cinematográfico gigantesco,  prestou-se merecida homenagem ao inventor da internet e ao progresso industrial, além do sempre enfadonho desfile das delegações.

Aqui, para mostrar que pelo menos não temos racismo nem desigualdade social,  já exigiram cotas de ingressos a preços mais acessíveis para índios e beneficiários do bolsa-família.  Aqui, como não se mostrarão os rombos constantes nos cofres públicos, com certeza serão mostradas lindas mulheres com bunda de fora.

Cada lugar mostrará o que possui. E pelo jeito, Leopoldina mostrará a medalha de ouro como cidade recordista que conseguiu passar dois governos municipais com um pseudo-semáforo instalado (na Getúlio Vargas) que inexplicavelmente jamais foi ligado  e com todos os outros – todos sem exceção – absurda e ridiculamente sem qualquer sincronia.

 

 

 
     

 
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