Busca     Classificados    Notícias    Colunas  
VERSÃO PDF
   
CLASSIFICADOS

Artesanato | Artes (0)

  Artesanato (0)

Construção Civil (0)

  Outros (0)

Equipamentos Eletrônicos (3)

  Outros (0)
  Sons (1)
  Vídeo Game (1)

Imóveis (3)

  Casas (1)
  Outros (0)
  Sitios e fazendas (2)
  Terrenos (0)

Lazer (1)

  Clube Social (1)
  Outros (0)

Veículos (1)

  Carros (1)
   

INSERIR ANÚNCIO

COMO ANUNCIAR?

Informe Login e Senha

Login:
Senha:
Assinantes
Classificados
Comentários
 
   
 
 
 
ENQUETE
Qual dessas instituições de Leopoldina você mais confia?
Casa de Caridade Leopoldinense
Asilo Santo Antônio
APAE
Lactário
Casa Lar
Casa do Aconchego
Sociedade São Vicente de Paulo
Pequeninos de Jesus
Lions Clube Leopoldina
Lions Clube Omar Peres
Rotary Clube Leopoldina
Orfanato Lenita Junqueira
Fundação Ormeu Junqueira Botelho
Todas
Nenhuma

COLUNISTAS
José de Paiva Netto
Grão de mostarda e tempos melhores
PMMG - Polícia Militar de Minas Gerais
JORNALISMO 17-05-2013
Obituário
OBITUÁRIO ABRIL 03
Lenira Rocha Peres Mercadante
MAIO MÊS DE MARIA
José de Paiva Netto
Educação, ciência e tecnologia na ONU
Antonio Márcio Junqueira Lisboa
Minha mãe.
Antonio Márcio Junqueira Lisboa
Perfil das mães.
José do Carmo
Minha Cura
Edson Gomes Santos
OS BILHETINHOS DE AMOR – Sto. Ant. Aventureiro-MG – 1930 – BH – 2003
Luiz Flávio Gomes
Porque passamos a odiar o serviço público, o Estado, a política e os políticos?

 MAIS COLUNISTAS »»»

PUBLICAÇÕES
LINKS ÚTEIS
 
Planejamento Estratégico?
Atualizado em 15/08/12 - 13h15
 
Ivan Postigo
Tamanho da letra
 
Ivan Postigo  
 
José, empolgado com o assunto gestão empresarial, leu uma vez uma definição sobre planejamento estratégico que dizia o seguinte: “Planejamento estratégico é a formulação de objetivos, observadas a visão e missão dos empreendedores, para a seleção do programa de ação, considerando o cenário interno e externo da empresa, tendo como foco a criação de seu futuro”.
Aquilo soou nos seus ouvidos como o canto das sereias. A partir daquele dia José tomou duas decisões: aprender tudo que pudesse a respeito do assunto e ingressar na área.
Mergulhou em leituras como compra e venda de empresas, abertura de filiais na Ásia, na Europa, criação e encerramento de linhas de produtos, lançamento de campanhas publicitárias e o que quer que fosse encontrando.  Preparou-se para investir todas as horas que pudesse nesse desafio.
Sua determinação foi recompensada.  Em pouco tempo lá estava nosso persistente aprendiz abraçando a primeira oportunidade que encontrou de trabalhar no seu primeiro plano estratégico empresarial. Data definida para oficialização do programa, todos estavam envolvidos no trabalho.
A reunião para debate dos horizontes da companhia não acontecera, mas então como seriam estabelecidos os objetivos?
Fora informado que alguns diretores conversaram por alguns minutos, alguns queriam estabelecer uma meta de aumento de vendas de 5%, outros de 10%, chegaram a um acordo de 8,5%. O pessoal da área comercial iria fazer a distribuição, ponderada pelas linhas de produtos e consideraria o aumento proporcional para cada região.
Um dos gerentes lhe dissera que no mercado que exploravam havia cerca de 4.500 revendedores. Analisando os dados dos últimos 24 meses vira que a empresa estava presente em 2.600, mas não com freqüência. A razão exposta era que a marca tinha pouca força para penetração e, ainda, era considerada a terceira ou quarta na preferência dos revendedores. A qualidade consideravam inquestionável, mas enfrentava ações comerciais contundentes dos concorrentes.
A verba para comunicação e ações comerciais para o próximo ano deveria acompanhar a importância projetada no plano do ano corrente, que estava encerrando, embora o gasto de fato atingisse 40% do valor estabelecido. O motivo alegado era a falta de caixa.
As despesas departamentais deveriam ser consideradas as mesmas do plano anterior, acrescida da inflação estimada, embora os gastos reais já fossem superiores em 5,87%. Ajustes seriam efetuados.
Os custos dos produtos seriam calculados de acordo com os valores atuais acrescidos da inflação estimada, mas considerando adequações nos gastos de mão-de-obra estipuladas no plano. Não seriam permitidas horas extras no próximo exercício, apesar de terem sido substancias até o momento.
Os investimentos seriam mantidos de acordo com o plano anterior.  Deveriam repeti-los, pois apenas 10% do que fora estimado se efetivara.
A necessidade de caixa seria calculada de acordo com o confronto de receitas e despesas, e os juros seriam obtidos observando-se as taxas de descontos de duplicatas. Os investimentos receberiam o mesmo tratamento com relação às taxas de juros.
José, ainda incrédulo, pensava:  “Ainda que esses cálculos todos não sejam uma alavanca para os negócios, se pudermos aumentar nossa participação no mercado, angariando mais espaço, alocando maior volume nos clientes ativos, recuperando os inativos e se  conquistarmos uma boa quantidade de prospects, com o tempo posso convencê-los a desenvolver o trabalho estratégico como manda a teoria”.
José vinha mentalmente preparando seu discurso para que, assim que tivesse oportunidade, reunido com o pessoal de vendas, formassem um time determinado e pudessem encontrar formas de atacar o mercado.
Não deveria, mas se surpreendeu quando seu discurso informal foi interrompido e ouviu:- José esse é um problema dos representantes comerciais e não nosso. Eles é que saem para vender, acho que vamos contratar mais uns cinco, dessa forma aumentaremos nossas vendas.
José, ao chegar em sua casa a noite e depositar sua pasta no local de sempre, olhou para seus livros e pensou:- Planejamento Estratégico?  Preciso sim de uma melhor estratégia para minha carreira, lá não há objetivos, metas, comprometimento.
Como se estivesse na sala de aula ouviu a voz de seu experiente mestre:- Gestores sem metas e que não trabalham unidos acabam degolados separadamente!
 
Ivan Postigo
 Diretor de Gestão Empresarial
 (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
 ivan@postigoconsultoria.com.br
 www.postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
 

 
     

 
saiba mais
 
A arrogância é o tapete da sala da incompetência
Gestores e os diálogos autocríticos
Rejeição fecha portas, mas abre a mente
Um rastro de desorganização
Um problema de gestão: Negligência ao óbvio
Uma velha lição de marketing que gera resultados extraordinários
Educação alicerçada em informação e não no conhecimento não qualifica
A música como instrumento de educação e integração familiar e social
O fracasso da liberdade
Passado crítico, presente duvidoso, futuro incerto
Grande oferta: Cópia pelo preço do original
O homem, suas luzes e sombras
Marketing, esse tema misterioso
O lucro e o desaforo
TCC, a chave da porta do empreendedorismo para os formandos
O Super-Gestor faixa preta
A competência atrai aliados, a incompetência aproveitadores
Método Aprendendo a aprender – Os caminhos da qualificação
Meio caminho andado não significa nada
Uma família em conflito
 
PUBLICIDADE
METEOROLOGIA
Desenvolvido por Estúdio Virtual & Embradic © Copyright 2009