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Enquete sobre o cemitério
Atualizado em 07/05/10 - 14h47
 
José Luiz Machado Rodrigues
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José Luiz Machado Rodrigues  
 

Quanto à enquete da semana gostaria de fazer um comentário.Acho muito válido o Leopoldinense propor a discussão do assunto.Parabéns ao autor da ideia.Pessoalmente entendo que o cemitério de Leopoldina tem área suficiente para atender à cidade ainda por um bom tempo.Só para comparar, creio que o cemitério de Leopoldina, em área, não seja muito menor do que o Cemitério São João Batista, aqui do Rio. Mas ainda que fosse a metade, penso que não seria absurdo acreditar que ele tem tamanho suficiente para atender à população de Leopoldina por um bom tempo. Talvez o que falte seja um pouco de organização e um melhor aproveitamento dos espaços.Por outro lado, a constante ampliação da área para sepultamentos no atual cemitério ou,  a destinação de uma outra área para um novo, não me parece que seja o mais econômico. Penso que talvez seja melhor a Prefeitura, que não tem recursos para investir ali, ceder parte da área atual para alguma empresa que se proponha a construir  gavetas e vendê-las.Ao invés da pessoa comprar um lote e construir um túmulo para a família, ela compraria uma ou mais gavetas.

 

 

 
     


comentários
 
LUCIANO BAÍA MENEGHITE - LEOPOLDINA/MG [07/05/10 - 17h47]
Concordo que é possível fazer adaptações no atual cemitério melhorando sua situação. Penso que numa cidade montanhosa como Leopoldina,seria desperdício usar as poucas áreas planas para outro cemitério.Se o problema é de acesso as partes mais altas, quem sabe um dia colocam um desses carrinhos motorizados. Sou favorável a cremação. será que sua implantação em Leopoldina ficaria mais cara que um novo cemitério?Não sei dos custos,mas talvez seja uma maneira de se economizar terrenos.

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LUIZ ROBERTO ROSA MONTEIRO - LEOPOLDINA/MG [07/05/10 - 22h56]
Caro Luciano, a poucos dias houve divergências entre nós sobre política, mas como todos sabem, política, religião e mulher vão ser tema de divergências sempre. Estou escrevendo agora para parabenizá-lo pelo comentário sobre o crematório. Sempre fui a favor da cremação, mas infelizmente a cultura do brasileiro, principalmente nas cidades do interior, ainda está engatinhando quanto a utilização desta prática. A cremação no meu entender evitaria todas estas críticas que estão sendo feitas contra o cemitério. Além de ser um método muito menos nocivo, se é assim que posso dizer, a saúde pública. Quem dera se quando eu morrer, espero que demore muito a acontecer, minhas cinzas pudessem ser espalhadas por algum jardim, por certo ficaria muito feliz. Evitaria assim que meus restos mortais fossem retirados por alguém, para que meu túmulo fosse vendido para outra pessoa. Parabéns mais uma vez pela idéia, e que continuemos assim, divergindo em algumas coisas e nos entendendo em outras, para o bem da democracia. Tente levar essa idéia adiante, quem sabe um dia.

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JOSÉ DO CARMO RODRIGUES - LEOPOLDINA/MG [10/05/10 - 10h46]
Vejo a coisa da seguinte forma: o entorno de uma cidade é como a "roupa" que a cidade vestisse. O cemitério de Leopoldina é o molambo que se descortina aos olhos de quem passa pela BR-116... com cuidado para não atropelar aqueles cabritos soltos ali no trevo que demanda a Cataguases. Mesmo trevo que os moradores do local adoram "enfeitar" com um monturo de lixo despejado morro abaixo. Não se veste melhor um mulambento mudando-o de endereço. Lá para onde for, ele vai continuar do mesmo jeito. Só para lembrar dois exemplos, Sapucaia e Anta, ali no Estado do Rio, são duas localidades mais pobres que Leopoldina, têm seus cemitérios à beira da chegada, e fizeram deles verdadeiros "cartões de visita". São bem cuidados, pintados, bonitos. As pessoas gostam de passar e olhar... Talvez o nome da coisa seja CIVILIZAÇÃO. Não vale dizer que são localidades menores. As rendas também são menores... Com um pouquinho de "engenho e arte" podemos podemos fazer o "Campo Santo" de Leopoldina passar aos visitantes uma vaga ideia de que aqui vive gente que toma banho, escova os dentes e lava as orelhas. Há uma verdade que não são muitos os que a assimilam: pobreza não está no bolso das pessoas; está na cabeça. Há muitos anos que Leopoldina não usa o cérebro. Não sei se vocês estão me entendendo...

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JOSÉ LUIZ MACHADO RODRIGUES - RIO DE JANERIO/RJ [10/05/10 - 20h33]
Ao Luciano Baía, Luiz Roberto Monteiro e José do Carmo os meus agradecimentos pelos comentários. Gostaria de acrescentar que defendo um melhor aproveitamento e organização da área destinada aos sepultamentos por considerar um absurdo a falta de acesso aos túmulos. A começar pelo projeto de loteamento do terreno que, se existiu, com certeza não é obra de engenheiro, arquiteto ou mestre de obras. Como não vejo uma maneira de o poder público mudar o que ele fez (até porque a grana é curta), proponho que se entregue a um particular, que deseje fazer algo com profissionalismo. Cemitério não é um lugar de se passear. Mas também não precisa ser tão ruim de se andar, como é o nosso. Algumas curvas de nível, com gavetas sustentando o barranco e ao mesmo tempo servindo como via de passagem no andar de cima poderia ser uma boa ideia. Luja

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