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| Fumaça causa pânico em passageiros do ônibus de Piacatuba |
| Motorista tentou controlar a situação e ninguém se machucou |
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| Atualizado em 18/08/12 - 11h59 |
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O Jornal Leopoldinense Online recebeu na noite desta sexta-feira, 17/8, um e-mail assinado por Neusa Aparecida Vital Fernandes, residente à rua Governador Bias Fortes nº 15, no distrito de Piacatuba, informando que o ônibus da empresa Leopoldina Turismo que faz a linha Leopoldina-Piacatuba no horário das 18:10 horas, foi invadido por uma fumaça densa sinalizando um principio de incêndio. O ônibus transportava cerca de 40 passageiros, entre crianças, adultos e idosos, que entraram em pânico e alguns ameaçaram sair pelas janelas. O motorista tentou acalmar os ânimos e conseguiu parar o veículo nas proximidades de um radar existente próximo à fazenda do Itamar Bedim. Segundo Neusa, tudo aconteceu em questão de minutos e causou indignação o fato de terem passado três ônibus da mesma empresa pelo local e não prestaram socorro, o que ela considerou um desrespeito à população e aos próprios companheiros de trabalho(motorista e trocador). Ninguém sofreu ferimentos. Diz ainda Neusa em seu relato ao jornal: "a empresa mandou um ônibus sem freio, em péssimo estado, sujo e velho para socorrer os passageiros. Isso é um absurdo, considerando que o preço da passagem é de R$4,10", concluiu. O ônibus da foto é um modelo Busscar Urbanuss Pluss, ano de fabricação 2006, que fazia a linha Leopoldina-Piacatuba.
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comentários |
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MARIA DO CARMO - LEOPOLDINA MG/MG
[18/08/12 - 22h02]
O POVO SOFRE?!? sofre... MAS NA HORA DO VOTO: VOTA SEM ZELO E ERRA. DEPOIS QUEREM OQUE??? VIAJAR DE PRIMEIRA CLASSE??? |
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WATE - LEOPOLDINA/MG
[19/08/12 - 23h41]
A lei manda licitar,ganha quem oferecer serviço melhor.Pergunto ;porque as linhas dos distritos não foram licitadas ? |
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MARIA DO CARMO - LEOPOLDINA MG/MG
[20/08/12 - 21h14]
Cito como exemplo de falta de licitação ou mesmo com licitação... Quando um corrupto é eleito, ao invés de procurar cumprir suas promessas de campanha em benefício da população, ele emprega pessoas amigas, para favorecer aqueles que colaboraram com suas campanhas ou para privilegiar alguns comerciantes amigos em detrimento de outros. Grande parte do orçamento do município é orientada em proveito do restrito grupo que assume o poder e passa a se beneficiar do orçamento da cidade.Uma estratégia utilizada habitualmente em desvio de recursos públicos se dá por meio de notas fiscais fictícias ou frias, que são aquelas nas quais os serviços declarados não são prestados ou os produtos discriminados não são entregues. A burla pode ser feita com as chamadas empresas-fantasmas, ou seja, que inexistem física ou juridicamente. Mas os fraudadores também utilizam empresas legalmente constituídas e com funcionamento normal. Com o conluio de administradores públicos cúmplices do esquema, tais empresas vendem ao município produtos e serviços superfaturados, ou recebem, contra a apresentação de notas que discriminam serviços não executados e produtos não entregues.Esses esquemas são postos em prática mediante acordo preestabelecido muitas vezes com o prefeito e ou seus assessores. Quando é necessária uma licitação: montam todos os procedimentos de forma a dirigir o certame para uma empresa amiga, dificultando ou impedindo a participação de outras. Depois dá recibo de entrega da mercadoria, empenha a despesa e emite o cheque para o pagamento. Posteriormente, o montante é dividido entre o fornecedor e os membros da administração comprometidos com o esquema de corrupção.Em geral, os recursos obtidos dessa maneira chegam ao prefeito(exemplo) e aos participantes do esquema na forma de dinheiro vivo, a fim de não restar vestígios da falcatrua.Existem quadrilhas especializadas em fraudar prefeituras com a participação do poder público municipal. Esses grupos e seus especialistas são formados localmente, ou trazidos de fora, já com experiência em gestão fraudulenta. O objetivo é implantar ou administrar procedimentos ilícitos, montar concorrências viciadas e acobertar ilegalidades. APRENDE A VOTAR POVO LEOPOLDINENSE. |
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